Falando sério…

Estou acompanhando o caso da menina de 3 anos que foi atropelada por um jet ski. Vi que o garoto de apenas 13 anos confessou que ele mesmo estava “pilotando” a máquina. Eu, como pai de uma criança de 2 e outra de 5 anos, sinto a dor dos pais que levaram a criança pela primeira numa praia e voltaram sem ela na cadeirinha de trás do carro. Não é possível que esse fato vire apenas um numero perdido na estatística dos acidentes de veículos automotores e náuticos. Infelizmente hoje em dia vemos crianças mandando nos pais, gritando, berrando, apontando o dedo na cara deles. Essa mesma criança que tempo depois, pega a chave do carro do pai e… o resto da história é previsível.

5 respostas para “Falando sério…”

  1. Muito complicado… Minha filha tbm tem 2 anos… Conversando com amigos Japa, como pode o cara que rasga as notas de uma escola de samba estar preso e pessoas que matam no trânsito por efeito do álcool e nesse caso no Jetski saem impunes?
    Acho que na “quentura” do acontecimento, sem pensar, eu faria uma besteira das grandes se visse a minha pequena nessa situação.
    Sem pensar, sem medir consequência, seria egoísta nesse ponto.
    Não iria chorar sozinho a morte do meu filho não! Triste…muito triste…

  2. a arrogância da família é visível. o garoto fugiu do local do acidente, correu para o papai e este, em vez de mostrar ao garoto o que é assumir a responsabilidade, em vez de demonstrar um mínimo de preocupação com a vítima, um mínimo traço de humanidade, o que fez? pegou o filho e fugiu de helicóptero, para demonstrar poder e egoísmo. o que ele fez não foi movido pelo amor de pai, instinto de proteção… não: foi movido pela sensação de poder, impunidade e pelo egoísmo. só o filho dele importa, só a segurança dele importa. tanto faz o que o filho faça de mau, o pai só quer livrá-lo porque pode e porque o resto não tem a menor importância.

    o mais triste é saber que isso não é um caso isolado, nem um comportamento isolado. pessoas egoístas criando filhos irresponsáveis e mimados tornaram-se o padrão, independente do poder econômico.

    não creio em punição justa nesse caso.

    justo seria punir o garoto e seus responsáveis. há jaulas suficientes para todos ainda no sistema carcerário. mas nossas leis são injustas e uma vida não vale isso.

    a justiça defende ao limite máximo quem mata, baseando-se na conformidade geral de que quem morreu, morreu.

    bem, digo tudo isso para concluir que creio numa Justiça divina, real, efetiva. dessa, ninguém escapa.

    não podemos sequer saber se os dois garotos não foram movidos por histórias que escapam à compreensão humana. o que eu sei é que Deus é infinitamente justo e bom. e Ele dará ao caso, como a todos os demais, o julgamento pelas Leis estabelecidas bem antes da ignorância humana.

    tenho pena dos pais que geram e criam esses espíritos egoístas, mimados e irresponsáveis, que pensam poder fugir da Justiça diante de seus atos impensados, diante do resultado prejudicial de seus prazeres mesquinhos. tenho muita pena do planeta, que cada vez mais se compromete por abrigar essas almas sem desenvolvimento moral nenhum, com maior permissividade.

    é isso, amigo.

    um abraço.

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